
Nestes últimos dias venho sentindo uma dor.
Uma dor forte, incontrolável...
Uma dor dentro de mim.
Não é no corpo, é na alma!
Minha alma está dolorida,
Cansada, triste...
Não sei se existe remédio,
Mas se existir, espero encontrá-lo logo!
Uma das atividades mais presentes e de maior preferência na vida da criança é o brincar. Podendo ser considerada como parte integrante da infância, as atividades lúdicas proporcionam a formação cognitiva e social da criança de forma prazerosa, além de ser um modo mais efetivo da comunicação infantil. Através das brincadeiras a criança começa a construir seu sistema de significação e consegue vivenciar no faz de conta à própria realidade.
Esse processo de construção do ser cognoscente tem início no seio familiar, onde tudo ocorre de forma livre sem uma sistematização ou obrigatoriedade. Porém, considerando que a criança precisa se tornar um indivíduo social e dotado de conhecimentos necessários para sua vida como ser participante da sociedade e sendo capaz de exercer seu direito de cidadão, a escola entra nesse processo de formação do sujeito. Com isso, verifica-se a grande importância da Escola nesse processo e o comprometimento que essa deve manter com cada fase da vida do educando, em especial a infância.
Infelizmente o que encontramos na escola é um desrespeito ao lúdico, é a apropriação desse termo para manter modelos medievais de competição, recompensa, punições, obediência... Modelos estes trazidos pelos nossos colonizadores e conservados até dias atuais.
Na verdade o que ocorre nas escolas é a utilização do lúdico como forma de controlar a classe, forma de transmitir uma visão de mundo homogeneizada e às vezes até preconceituosa. E verificar essas informações não é tão difícil, basta pegarmos uma música que fala “quem vai chegando vai ficando atrás, menino educado é assim que faz...” ou quem sabe aquela historinha que fala de uma menina “branca feita à neve”, ou até mesmo os jogos que decidem o 1° lugar da turma. Isso é ser lúdico? Isso é trabalhar com a criança a partir de seu sistema de significação? Isso é formar cidadãos autônomos? Penso que não. Penso que ainda estamos longe de formar para autonomia, formar consciência crítica. E quanto a ludicidade, penso que o maior erro é não entender a ludicidade, é não viver a ludicidade. O ser humano é lúdico por natureza, pois cria, explora, constrói... E nós como professores, temos a obrigação de não matar o lúdico muito menos acorrentá-los a ideologias, pelo contrário temos é que vive-lo da melhor forma possível, temos que aproveitar todo o conhecimento lúdico dos nossos alunos, pois eles sim são os “mestres em ludicidade”. Isso não significa, porém, que deixaremos tudo no brincar por brincar, pelo contrário abriremos o caminho nas brincadeiras para efetivar aquela construção do ser social e cognoscente já citado anteriormente.
Pensar a ludicidade como a ação do movimento vivido e não apenas como produto da atividade “possibilita a quem a vivencia, momentos de encontro consigo e com o outro, momentos de fantasia e de realidade, de ressignificação e percepção, momentos de autoconhecimento e conhecimento do outro, de cuidar de si e olhar para o outro, momentos de vida” (Anne Almeida) e essa é a nossa função de educadores, proporcionar sensações e conceitos novos que chegarão a criança com maior facilidade através do lúdico. E isso só se dá quando percebermos que não somos donos de todos os conhecimentos, mas mediador da aprendizagem.
Referências:
A Música e o Jogo da Aprendizagem. Jogos Cantados. Disponível em: <http://www.jogoscantadosbahia.com/texto_amusicaeojogo.htm>. Acesso em: 4 set. 2009.
MARCELLINO, Nelson Carvalho (org.). Lúdico, educação e educação física. 2. ed.
POLLETO, Raquel Conte. A ludicidade da criança e sua relação com o contexto familiar.


A escola trás os livros didáticos como ferramenta principal nas suas atividades. São atráves desses impressos que giram todos os assuntos, conteúdos e conhecimentos aplicados no ambiente escolar.
Sem fins de mercado, sem querer delimitar seu dia, sem querer dizer apenas hoje o meu amor por elaa...
Regra:
Regras:
Galera!
Avanço tecnológico significa avanço mercadológio, é dessa forma que o sistema capitalista raciocina. O que isso gera?? Troca desmedida de produtos, poluição ambiental, consumo desnecessários... Quem nunca se pegou sonhando com aquele celular de última geração, aquele aparelho de DVD, aquela TV de plasma aquele Computador super potente??
Hj eu estou exatamente como a foto acima... Nascendo...